A Adamant viabiliza o movimento do seleto time de exportadores brasileiros que, no último ano, contabilizaram US$ 100 bilhões em exportação (fonte: Ministério de Desenvolvimento do Brasil).

Por isso, a Adamant é uma empresa expoente e responsável indireta pelo fortalecimento da imagem no país no exterior, preservando a qualidade e a integridade de seus produtos, até que cheguem ao destino estabelecido.

Balança comercial brasileira (2004)

O ano de 2004 reservou diversas e agradáveis surpresas ao Brasil. A balança comercial do país registrou uma considerável evolução nas exportações e também nas importações.
Embora tenha aumentado o número de países com relações internacionais, o comércio exterior, nas duas vias, ainda se concentra nos mercados da União Européia, nos Estados Unidos e na China, uma tendência revelada há alguns anos.

As micro e pequenas empresas contribuíram consideravelmente para o sucesso das exportações brasileiras, sendo responsáveis por 47,9% das mesmas.

Acesse todas as tabelas e gráficos do desempenho da balança comercial brasileira em 2004 (formato Word).

Saldo comercial brasileiro (abril/2005)

A balança comercial brasileira vem superando as expectativas, fato que é nitidamente evidenciado pelo registro mensal do Ministério do Desenvolvimento do Brasil. Em abril, foram valores récordes em vendas para o exterior e também em compras do mercado internacional, o que denota o oportno momento de comércio exterior do país.

Exportação
A média diária das exportações em abril atingiu US$ 460 milhões, sendo que o saldo comercial chegou a US$ 3,8 bilhões. A expectativa é que, com o início dos embarques de soja, sejam atingidos mensalmente os US$10bilhões, que são a atual meta do governo brasileiro.

Os produtos manufaturados são os grandes responsáveis pelo bom desempenho da balança. Em abril, as exportações deste grupo chegaram a US$ 4,9 bilhões, um crescimento de 56%, possibilitado pelo aumento nas quantidades embarcadas, não nos preços. Os básicos, por sua vez, obtiveram vendas externas no valor de US$ 2,8 bilhões e crescimento de 49%, devido ao preço mais competitivo da categoria. Neste grupo, o crescimento em preço do café em grão atingiu 62,7%, a carne suína 41,7% e açúcar 48,5%.

Países compradores
As vendas para a Aladi (US$ 1,9 bi) superaram as exportações para os Estados Unidos (US$ 1,7 bi). O crescimento nas vendas para este bloco concentra esforços no Equador, com 106%, no Uruguai com 89,3% e na Venezuela, com 87%. As relações comerciais com a Argentina (em importação e exportação) também se mantém estáveis e com bom nível de crescimento.

Importações
As importações em abril obtiveram a média diária de US$ 266 milhões, um valor récorde para o mês. Houve queda de 10% nas compras de combustíveis e lubrificantes, possivelmente devido a fatores sazonais; nas compras de bens de consumo, ocorreu crescimento de 20,8%; os bens de capital obtiveram aumento de importação de 20,7% e as matérias-primas e intermediários registraram o crescimento de 19,6% em compras no exterior, no mês de abril.

Saldos récordes
Os resultados récordes de abril contribuíram para o crescimento do país no primeiro quadrimestre deste ano: de janeiro a abril, as vendas para o exterior, no valor de US$ 33,653 bilhões, superaram as importações, de US$ 21,459 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 12,194 bilhões. No acumulado de doze meses (maio/04 a abril/05) a exportação atinge valor récorde histórico de US$ 104,090 bilhões.

Veja as tabelas da balança comercial de abril/2005:

 

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